Na luxuosa casa de Neymar, um jantar animado reunia amigos e familiares, repleto de risadas e histórias compartilhadas.
Entre os convidados, Bruna Marquezine, que não aparecia publicamente ao lado do jogador há algum tempo, estava presente como convidada especial.
O ambiente descontraído prometia uma noite agradável, mas ninguém poderia prever o que estava prestes a acontecer.
No centro da mesa, Davi Lucca, o filho de Neymar, com apenas 12 anos, exibia uma inocência cativante.
Ele balançava os pés debaixo da cadeira, alheio às complexidades dos relacionamentos adultos.
No entanto, sua mente aguçada o tornava mais perceptivo do que muitos imaginavam.
Durante uma conversa trivial, Davi olhou diretamente para seu pai e soltou uma frase que fez o clima mudar drasticamente.
As risadas cessaram, os talheres pararam, e Bruna, que levava uma taça de vinho aos lábios, interrompeu seu movimento, surpresa.
Neymar piscou algumas vezes, tentando processar o que acabara de ouvir. O silêncio na sala era ensurdecedor.
O comentário de Davi, embora inocente, tocava diretamente em um passado que Bruna e Neymar tentavam deixar para trás.
A tensão se instalou, e a atmosfera leve do jantar foi substituída por um desconforto palpável. Bruna sentiu um arrepio subir pela espinha, enquanto Neymar coçava a nuca, visivelmente nervoso.
Davi, percebendo que algo estava estranho, franziu as sobrancelhas e perguntou: “O que foi? Eu falei algo errado?”
A inocência do garoto contrastava com a gravidade da situação, e ninguém sabia como responder. Neymar hesitou, sem palavras, enquanto Bruna decidiu quebrar o silêncio.
“Não, Davi, você não disse nada de errado”, disse ela, com um sorriso controlado que escondia a tempestade de emoções por trás.
Enquanto Davi voltava a comer, satisfeito com a resposta, Neymar e Bruna trocavam olhares que diziam mais do que palavras poderiam expressar.
O peso do comentário de Davi pairava no ar, e Bruna, respirando fundo, tomou um gole de sua bebida para ganhar tempo. “Você sempre fala o que pensa, né, Davi?”, ela comentou, quase maternalmente.
O garoto sorriu, orgulhoso de sua sinceridade. Neymar, por outro lado, engoliu em seco, ciente de que a honestidade do filho havia colocado todos em uma situação delicada.
A conversa continuou, mas a tensão era inegável. Bruna, decidida a enfrentar o momento, disse: “A verdade sempre aparece mais cedo ou mais tarde.”
Essa afirmação deixou o clima ainda mais pesado, e os convidados começaram a mexer em seus celulares, tentando ignorar a tensão que se instalava na mesa.
Davi, confuso, olhou para Neymar, perguntando se havia dito algo ruim. O jogador forçou um sorriso e respondeu: “Não, filho, você só fez um comentário inesperado.”
A tentativa de aliviar a tensão foi em vão. Um dos amigos de Neymar sugeriu que era melhor encerrar a noite, e Bruna, percebendo que era sua deixa, decidiu se despedir.
“Sim, eu já vou indo. Foi um prazer ver você de novo, Davi.” O menino sorriu, ainda sem entender completamente o que havia acontecido, enquanto Neymar observava Bruna se afastar.
Davi, inocente, perguntou: “Você volta mais vezes, né, Bruna?” A resposta de Bruna foi cautelosa: “Quem sabe, Davi. O futuro sempre reserva surpresas.”
Ao sair, Bruna sentiu um nó na garganta. Aquele encontro havia mexido com emoções que ela pensava ter superado.
Neymar, por sua vez, ficou parado, olhando para a porta por onde Bruna havia saído, revivendo lembranças que tentava enterrar. Davi, percebendo a inquietude do pai, perguntou: “Pai, você tá triste?”
Neymar, tentando disfarçar, respondeu: “Claro que não, filhão. Tô de boa.” Mas Davi não parecia convencido, e a curiosidade da criança apenas aumentava.
Enquanto Bruna se afastava, ela pegou o celular e hesitou ao ver uma conversa antiga com Neymar. As palavras de Davi ecoavam em sua mente: “Você ainda gosta do meu pai?”
A pergunta inocente do garoto havia tocado em um ponto sensível, e Bruna se viu em um mar de emoções que não conseguia controlar.
No dia seguinte, enquanto Bruna estava no shopping, Davi apareceu correndo em sua direção, seguido por Neymar.
O reencontro foi caloroso, e Davi, sem hesitar, abraçou Bruna como se fossem velhos amigos. “Olha só quem eu encontrei!”, exclamou o menino.
Neymar, com um tom mais baixo, comentou: “Algumas coisas a gente nunca esquece.” Bruna sentiu um arrepio, mas antes que pudesse responder, Davi puxou a mão do pai, animado para comprar um sorvete.
Enquanto os dois se afastavam, Bruna ficou parada, refletindo se aquele capítulo realmente havia sido encerrado ou se o destino ainda guardava algo para eles.
A conexão entre Bruna e Neymar, embora complicada, ainda pulsava, e as palavras do garoto haviam reaberto feridas que pareciam cicatrizadas. O futuro, definitivamente, ainda reservava surpresas.